segunda-feira, 4 de junho de 2012

Treinamento Funcional em Circuito

O treinamento em circuito foi idealizado por R. E. Morgan e G. T. Adamson, em 1953, na Inglaterra e é considerado uma das melhores opções para quem quer emagrecer de forma saudável e definitiva 

“O método consiste em uma série de exercícios dispostos em estações onde, o atleta executa o exercício proposto durante um tempo determinado pelo personal trainer, com pequenos intervalos”, explica o franqueado da Test Trainer David Marques, personal trainer especializado em avaliação física e funcional do idoso e treinamento funcional (moveman trainer).

Ele observa que os treinos são muito dinâmicos e o atleta pode experimentar diferentes tipos de exercícios de musculação, corrida, ciclismo, step, ginástica, entre outros, utilizando diversos materiais como cones, arcos, bolas, elásticos, colchonetes e etc.

“O número de exercícios, materiais utilizados e o tempo de execução de cada um serão determinados pelo profissional de acordo com os objetivos do atleta, sua modalidade e seu nível de condicionamento físico”, afirma o personal.

De acordo com David Marques, este tipo de treinamento pode servir para quebrar a rotina da academia, melhorar o condicionamento físico geral, desenvolver valências físicas específicas, fortalecer os grupos musculares mais importantes do desporto específico de um atleta.

“Além disso, qualquer pessoa pode desfrutar dos benefícios deste treinamento, desde uma criança, como recreação, até uma pessoa obesa, como parte especifica do processo de emagrecimento. Nesta modalidade, o praticante pode queimar, em uma única sessão, até 200 calorias em apenas 30 minutos”, destaca.

Outros benefícios citados por ele sobre o treino em circuito são:

• Pode ser realizado em qualquer lugar (praias, praças, parques, bosques e também lugares fechados como quadras e salas de ginástica);
• Pode ser praticado por uma pessoa ou um número variado delas, supervisionadas por um personal trainer;
•Versatilidade do treinamento;
•Os resultados se fazem perceber em um menor tempo.

“O treino em circuito é uma grande tendência e a sua prática cresce porque, principalmente quando feito nas areias das praias, o gasto calórico é maior”, ressalta o personal trainer.

Ele lembra ainda, que o treinamento em circuito foi idealizado por R. E. Morgan e G. T. Adamson, em 1953, na Inglaterra. “Durante o inverno, impossibilitados de treinar nos campos abertos ao ar livre, os ingleses criaram um método de treinamento que poderia ser realizado em espaços menores e serviria para manter ou desenvolver as capacidades físicas dos atletas”, finaliza.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Atividade Física e Saúde na Medida Certa



Bastante comum nos clubes e academias é a instrução dada por educadores físicos e treinadores , que vc deve sempre procurar superar os seus limites , eu próprio já estimulei alunos/atletas à buscarem esta superação pessoal ; no entanto mesmo esta superação precisa ser dosada e mensurada , aumentos muito drásticos de carga e/ou performance costumam ocasionar mais problemas que benefícios . Neste ponto surge o dilema " Como saber se é hora de parar?" , veja abaixo alguns sinais que seu corpo dá e fatores de risco que pedem que vc diminua ou interrompa a atividade.

  

Histórico familiar: Se o praticante de esportes ou candidato a atleta tiver casos na família de morte súbita cardíaca, o acompanhamento médico deve ser mais rigoroso que o de um atleta comum.


Cansaço incomum: Se seu filho tem a mesma carga de exercícios que os colegas durante as aulas de educação física, mas apresenta repetidas vezes um cansaço muito maior que os demais alunos, procure um médico.


Dor no peito: Durante o exercício físico intenso, daqueles em que o praticante tem dificuldade de conversar, não é bom sinal sentir dor no peito na altura do precórdio, região que fica por trás da parte inferior esquerda do osso esterno, aquele que une as costelas. Já a dor no peito que não melhora mesmo depois de repouso (com uma sensação de aperto e que se irradia para as costas ou o braço) ou a dor forte no estômago que não passa depois do fim do exercício são casos para atendimento médico imediato.


Desmaio: Na maioria das vezes, o desmaio na atividade física não se trata de uma queda na taxa de açúcar no sangue como as pessoas gostam de "diagnosticar" de forma leiga , mas  sim de uma breve parada cardíaca, e isso requer acompanhamento médico.


Como parar:  Não faz bem à saúde do coração parar um exercício abruptamente. O ideal é o que se chama de recuperação ativa, em que o corpo reduz gradativamente o ritmo de uma corrida, por exemplo, até interrompê-la em definitivo.


"Atletas" eventuais: São os mais sujeitos a lesões, de acordo com especialistas em medicina do esporte. Se são atletas na meia-idade e têm histórico de problemas cardíacos na família, hipertensão e acidente vascular cerebral (AVC), o risco é maior.


Exame confuso: Há casos em que um atleta passa por um ecocardiograma que indica um aumento na espessura da parede que divide os lados esquerdo e direito do coração, o que nem sempre é diagnóstico de miocardiopatia hipertrófica, doença que mais mata atletas jovens ,se a parede ficar com espessura entre 11 e 16 milímetros, o paciente deve deixar os exercícios por seis meses e repetir o exame. Se a parede voltar ao normal, houve apenas uma adaptação do músculo cardíaco aos exercícios.


Condições ruins: Fumar logo após o fim de um exercício aumenta a probabilidade de ocorrer um espasmo no músculo cardíaco.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Os perigos da Corrida de Rua



Algum tempo atrás uma britânica que morreu na reta final de uma maratona da qual participava para arrecadar fundos para uma entidade beneficente , o fato causou mais espanto por se tratar de uma pessoa relativamente jovem , saudável e treinada ,  Claire Squires, de 30 anos, do condado de Leicestershire, Inglaterra, desmaiou e faleceu durante a Maratona de Londres. 

Tudo bem ,  é sabido que correr uma maratona coloca o organismo sob imensa pressão , no entanto o que a grande maioria das pessoas não sabem é que mesmo distâncias menores colocam o organismo sobre uma grande carga de estresse , sejam durante as provas e/ou treinamentos. 

Torções e maus jeitos respondem pela maioria dos incidentes que acontecem em corridas. Excluídos estes, a  desidratação  é o maior obstáculo que um atleta tem de enfrentar. Em uma corrida de média para longa, em um dia quente e úmido, até quatro litros de fluidos podem ser perdidos à medida que o corredor sua e expira. 

Muitas contusões podem ser evitadas se o atleta faz um bom aquecimento e alongamentos antes de começar a correr. Beba muita água durante a corrida. 
Especialistas aconselham corredores a seguir um plano de treinamento nos meses que antecedem a corrida. Segundo eles, um mês antes da prova específica o atleta deve ser capaz de correr 2/3 da prova de forma contínua "confortavelmente". Isso quer dizer que, ao final desse percurso, ele deve sentir que seria capaz de correr um pouco mais. 

Agora vem o maior dos problemas : Seguir um plano de treinamentos , treinar  não é só correr cada vez maiores distâncias , cada vez mais rápido , uma vez que você começa a treinar, aumente as distâncias gradualmente para evitar exaustão e alterne dias de treinamento intenso com dois dias de treinamento mais leve ou descanso, para que seu corpo possa se recuperar. 

O grande problema esta no fato que seja por empolgação , desconhecimento ou má orientação a maioria das pessoas só querem correr para treinar , negligenciam a necessidade da evolução gradual dos treinos , a necessidade de diferentes sessões de treinamento durante as semanas , a integração destes treinamentos com outras atividades , além de alimentação e descansos apropriados.     

A corrida de rua tornou-se um esporte bastante popular nos últimos anos , o número de provas e participantes aumentou muito , de olho nesta fatia do mercado a maioria dos clubes e/ou academias formou se grupo de treinamento - atente que na maioria dos casos a só existe mesmo a palavra treinamento - para corrida de rua , na grande maioria o responsável sequer tem algum tipo de experiência na montagem de programas deste tipo , o que ocorre é que juntam um grupo totalmente heterogêneo , fazem um pseudo alongamento- quando fazem-  e saem simplesmente para correr a distância e/ou percurso que agrada o responsável naquele dia , sem diferentes metas e sessões para cada participante ou seja o corredor de 3m/k corre com o de 5m/k , um dos dois deve estar com um treino no mínimo equivocado.

Ao seguir um plano de treinamento, você será capaz de ganhar resistência física. Entretanto, se ficar doente ou se machucar durante o treinamento, você acabará por interrompe-lo , não aceite aquela pseudo orientação de pseudos treinadores que é normal sentir dor , o corpo acostuma , de forma alguma volte a treinar até que seu corpo tenha se recuperado totalmente , pois se  você sofre de alguma doença ou complicação pode colocá-lo num risco ainda maior, se você é diabético ou tem doença cardíaca, procure aconselhamento médico. É importante que você treine CORRETAMENTE para ganhar resistência de forma constante e segura. 

No dia do evento, lembre-se de alongar e/ou aquecer, administre sua energia e descanse se sentir dor ou desconforto. Infelizmente, em circunstâncias muito raras, algumas pessoas vão sofrer complicações imprevistas, normalmente ligadas a condições anteriores. Mas para a grande maioria das pessoas, os benefícios que o exercício traz para a saúde são maiores do que os riscos.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Arroz Branco X Arroz Integral



A troca de determinados alimentos ou preparações por outros similares faz toda a diferença na alimentação saudável, seja para emagrecimento ou ganho de massa magra. O consumo exagerado de carboidratos com alto índice glicêmico (arroz branco, pão, bolo, etc.) é um dos fatores mais prejudiciais no processo de emagrecimento. Já os mesmos alimentos na versão integral, possuem baixo índice glicêmico, são muito mais ricos em nutrientes, além de serem repletos de fibra. Sendo assim, os integrais são muito mais saudáveis e contribuem fortemente para a manutenção do peso. 

O arroz polido, ou seja, o arroz branco passa por um processo que remove a casca, o germe e, consequentemente, muitos de seus nutrientes. O polimento muda a aparência, suaviza o sabor e amacia os grãos. Já, o arroz integral, é o grão descascado não-polido, e portanto, preserva os nutrientes contendo carboidratos, proteínas, fibras, gorduras insaturadas, vitaminas e alguns minerais. Tem textura fibrosa e requer um cozimento mais longo.

A concentração de fibras insolúveis presentes no arroz integral estimula o sistema gastrointestinal e diminui a fome. Além disso, contém grande quantidade de vitamina B1 que é praticamente ausente no arroz branco.

O consumo regular do arroz integral, pelo menos 3 vezes na semana traz muitos benefícios, tais como: melhora o metabolismo da glicose nos diabéticos, diminui os problemas intestinais como a constipação, protege o sistema nervoso devido à vitamina B1, melhora o metabolismo da contração muscular, sendo excelente para todos, e especialmente para atletas. É isento de glúten, portanto celíacos podem consumir.

Com relação ao valor calórico destes alimentos, não há grandes diferenças: enquanto 100 gramas de arroz branco possui 128 kcal, a mesma quantidade de arroz integral possui 124kcal. Portanto não há alteração significativa na dieta, ressalto ainda que vale a pena a troca afinal temos mais nutrientes. E claro por ser um carboidrato, desse modo um alimento energético, deve ser consumido em porções que condizem com a necessidade de cada pessoa.

Dicas para introduzir o arroz integral no seu dia a dia: 
>> Comece introduzindo aos poucos, por exemplo, se você consome 4 colheres de sopa de arroz, misture-os. Coloque 1 colher de sopa de integral com 3 colheres do branco e vá aumentando gradativamente até seu paladar se acostumar;
>> Misture o arroz integral com outros ingredientes, com alho-poró, com cenoura, vagem, salsinha, gergelim, passas, enfim, é só usar a criatividade!

Dica para o preparo do arroz integral:
Colocar a água para ferver. Acrescentar o arroz integral e os temperos que desejar (sal, alho e ervas variadas). Deixar cozinhar tempo suficiente para ficar cozido. Lembrando que o arroz integral é mais duro, por isso, requer mais tempo no cozimento. O tempo vai depender da marca e do tipo de arroz, mas em média são 50 minutos, sugiro que leiam o rótulo. Comece o almoço pelo preparo do arroz integral, pois provavelmente será o último a ficar pronto.

Compare você mesmo:
ComponenteArroz Integral CozidoArroz Branco Cozido (tipo I)
Energia (Kcal/100g)124128
Proteína (g/100g)3,03,0
Gordura (g/100g)1,00
CHO total (g/100g)2628
Fibra Alimentar (g/100g)4,81,6
Minerais Totais (g/100g)0,50,1
Cálcio (mg/100g)5*
Magnésio (mg/100g)59*
Ferro (mg/100g)0,3*
Potássio (mg/100g)75*
Zinco (mg/100g)0,7*
Vitamina B1 (mg/100g)0,08*

domingo, 18 de março de 2012



Esclarecimentos aos meus alunos e amigos


Gostaria de informar à todos que a partir deste último sábado 17/03/2012 me desliguei oficialmente da Academia Personal Fitness com a qual mantive durante mais de um ano uma parceria (Agosto 2010 à Dezembro 2011) , agradeço à todos da direção aos funcionários do apoio , pela atenção e colaboração , bem como , desejo à todos saúde e sucesso com as bençãos de Deus .

Informo ainda , que no dia 26/03/2012 estarei passando a uma nova fase de minha vida pessoal e profissional abrindo minha própria academia com o nome Espaço de Meta , situada a Rua João Balbi 253 entre Alm. Wandenkolk e Visconde de Sousa Franco , uma academia diferente de todas que existem em Belém, que vai desde a forma de atendimento, até serviços e produtos integrados de forma a propiciar uma perfeita adequação as expectativas dos alunos e clientes.

A partir de 23/03/2012 estaremos abrindo as pré matriculas , estando a disposição para recebê-los com o maior prazer em nossas instalações.

Contatos : 3088-8164 / e-mail : espacodemeta@gmail.com

terça-feira, 13 de março de 2012

Cuidados e Erros ao Usar a Esteira na Academia

Atentando aos itens abaixo você com certeza otimizará seus treinamentos neste equipamento na academia , além de prevenir lesões. 


1. Pisar primeiro com as pontas dos pés. 

Nos seus passos, o calcanhar deve ser a primeira parte do pé a tocar o chão. Segundo o professor, isso gera um movimento cíclico, igual ao de um skatista quando vai tomar impulso. É melhor para o desempenho e diminui o impacto com o chão, protegendo suas articulações. 

2. Aumentar o ritmo e a respiração na mesma intensidade. 

A respiração deve ser mais tranquila do que a movimentação das pernas e braços, e pode ser feita pela boca ou pelo nariz, desde que seja confortável. Mantendo a calma nas trocas gasosas, você garante mais fôlego para chegar ao fim do exercício com menos desgaste. 

3. Correr segurando na barra. 

Fora o incômodo, correr com as mãos na barra pode até machucar os punhos, que seguram parte do impacto do corpo. Você também deixa de treinar o equilíbrio e diminui a exigência de coordenação motora. Os braços devem estar em um ângulo que pode ser de 75 a 90 graus, para evitar o inchaço das mãos. 

4. Aumentar a velocidade e dar passos muito largos, quase saltos. 

Além de prejudicar o exercício (você pula em vez de correr, diminuindo o trajeto efetivamente percorrido), há aumento no impacto sobre as articulações a cada vez que você aterrissa na esteira, favorecendo as chances de uma lesão nos joelhos e nos calcanhares. 

5. Correr com o tronco ligeiramente inclinado para frente. 

Apesar de facilitar os movimentos, esta inclinação só deve ser mantida quando você sobe uma ladeira. No piso plano e na descida, esta postura sobrecarrega a coluna e causa desvios de postura, além de dores nas costas. 

6. Correr na esteira sem beber água. 

Muita gente achaque só precisa de água quem corre na rua. Nada disso, a hidratação ajuda no rendimento do exercício, desde que você tome quantidades moderadas com intervalos de 15 a 20 minutos. 

7. Relaxar o abdômen. 

O abdômen deve permanecer contraído o tempo todo para proteger a coluna de sobrecarga. No começo, pode parecer difícil, mas insista. Com um mês de treino, você vai transformar a contração num movimento automático. 

sexta-feira, 2 de março de 2012

Automedicação pode piorar dor de cabeça



Os números são altos: 46% da população tem dor de cabeça, 42% sofrem dor de cabeça tensional, 11%, de enxaqueca e 2%, de enxaqueca crônica. Além do grande número de pessoas que em algum momento de suas vidas se deparam com baixa produtividade e piora na qualidade de vida devido à uma dor, os dados também demonstram a grande freqüência da doença e como se confunde com um “estado normal”. Ou seja, para não parar suas vidas por conta da dor de cabeça, muitos pacientes optam pelo caminho considerado mais rápido e pontual: a automedicação para aliviar o problema naquele momento.

Estudo recente publicado no “Atlas of Headache Disorders”, da Organização Mundial da Saúde (OMS), mostrou que 50% das pessoas com dor de cabeça praticam a automedicação sem ter tido nenhum contato com profissional da saúde. 
As pessoas começam a conviver com a dor e não percebem que o uso de medicamentos sem o diagnóstico correto e acompanhamento médico só levará a um agravamento do problema, ou seja, ela se tornará crônica com aumento na frequência em que irá ocorrer e na intensidade.

Essa atitude de se automedicar tem se mostrado cada vez mais um problema de saúde pública. Um artigo publicado este ano na revista Pain trata o uso abusivo de medicamentos para tratar a dor de cabeça como uma pandemia silenciosa. De acordo com Calia, existem mais de 150 diferentes tipos de dor de cabeça e é fundamental que um neurologista faça o correto diagnóstico da doença e indique o tratamento mais adequado para cada caso.

O tratamento, por exemplo, da enxaqueca crônica - caracterizada por no mínimo 15 dias de dor de cabeça, com duração de mais de quatro horas por dia, por mais de três meses – é complexo e envolve uma série de medidas medicamentosas e não medicamentosas.

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou o uso da toxina botulínica para enxaqueca crônica. Porém, o medicamento não deve ser usado para outros tipos de dores de cabeça porque ainda não existem estudos que comprovem sua eficácia e cada dor possui características distintas.
No caso do tratamento referido, o estudo que foi realizado com mais de mil pessoas mostrou que além das crises terem diminuído em 50%, em número de dias e horas de dor, houve uma queda também no uso de medicamentos orais, que provocam efeitos colaterais e o agravamento da dor ao longo do tempo. Além disso, o excesso de medicação causa um impacto econômico na vida destes pacientes.